Apesar de jogar muito mal, SPFC vence Fortaleza no Morumbi

 

FICHA TÉCNICA

SÃO PAULO 1 x 0 FORTALEZA
Data/Horário: 13/8/2020, às 19h15
Local: Morumbi, em São Paulo (SP)
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS)
Assistentes: José Eduardo Calza (RS) e Jorge Eduardo Bernardi (RS)
Árbitro de vídeo: Daniel Nobre Bins (RS)
Cartões amarelos: Bruno Alves (SAO); Jackson, Osvaldo (FOR)
Gol: Daniel Alves, aos 42’/2ºT (1-0)

SÃO PAULO: Tiago Volpi, Juanfran, Arboleda, Bruno Alves e Reinaldo; Tchê Tchê, Liziero (Luan – 45’/2ºT) e Igor Gomes; Daniel Alves, Paulinho Boia (Gabriel Sara – 21’/2ºT) e Pablo. Técnico: Fernando Diniz.

FORTALEZA: Felipe Alves, Tinga, Paulão, Jackson (Carlinhos – 35’/2ºT) e Bruno Melo; Felipe e Juninho (Wellington Paulista – 45’/2ºT); Romarinho (Vázquez – 45’/2ºT), David, Osvaldo (Gabriel Dias – 30’/2ºT) e Yuri César (Fragapane – 30’/2ºT). Técnico: Rogério Ceni.

 

BOLA CHEIA

  • PABLO: Não teve a mesma bela atuação dos dois últimos jogos, mas basta prestar atenção na movimentação do time para ver que o cara quer mostrar serviço e está sim fazendo a diferença. Pablo não é o tipo de atacante que fica “plantado”: ele busca a jogada, avança pelos lados, faz o “facão” para o centro e até voltou para ajudar a defesa, tirando de cabeça uma bola perigosa. E foi justamente essa movimentação constante que confundiu a defesa adversária na jogada que resultou no único gol da partida. Com essa seriedade e raça em campo, certamente merece ter sequência como titular.
  • VAR: Muita gente critica o VAR e a demora de sua atuação antes da pandemia, que era desastrosa. Mas esse novo formato de VAR à distância, fora do estádio, mostrou-se extremamente rápido e eficiente. O gol que o Fortaleza fez após uma lambança medonha de Liziero parecia totalmente legal, mas os cearenses ainda comemoravam quando o VAR entrou em ação e anulou o gol de forma segura, tranquila e muito rápida. Se o VAR continuar assim, série e eficiente, vai ser uma “tragédia” para um certo time que não paga marmita dos funcionários e pode perder o estádio que ganhou de um certo político…

 

BOLA MURCHA

  • DINIZ: O treinador que diz que não gosta de fazer substituições, mesmo quando o time vai mal, tem sempre um improviso e um malabarismo novo para fazer a gente tomar remédio contra gastrite. Sem o intocável “supercraque” Vitor Bueno, ele colocou Paulinho Boia, mas não alterou o esquema e nem a movimentação de saída de bola. Resultado: Paulinho até se esforçava, corria, se movimentava, mas estava sempre perdido e sem ninguém para fazer a tabela. Por outro lado, o simpático Juanfran, um cara que absolutamente todo mundo admira, continua fazendo uma função que nunca foi a sua: subir para o ataque. Juanfran é tiozão, nunca foi de correr, o Prof. Pardal está queimando o cara junto à torcida colocando-o nessa função. Por que não dar ritmo de jogo ao Igor Vinícius no lugar do espanhol? Mas a cena que melhor define a “filosofia” do Prof. Pardal foi quando ele ficou gritando à beira do campo (e o estádio sem torcida permite que isso seja ouvido por todos) para Igor Gomes e Tchê Tchê: “Pode chutar! Chuta aê! Não tem problema se errar!” PQP, professor, como assim “não tem problema”…? É por causa dessa “Filosofia Não Tem Problema Se Errar” que o time passou aquele vexame histórico contra o catadão de várzea do Mirassol. Como um treinador de time grande pode passar esse tipo de mentalidade para os jogadores? Tem problema se errar sim, PQP, aqui é São Paulo FC, porra!!!