Com mesmos erros, o placar tem cara da nota do jogo: zero

 

FICHA TÉCNICA

SÃO PAULO 1 X 1 CORITIBA
Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP
Data e Horário: 23 de janeiro de 2021 (sábado), às 19h
Árbitro: Rodrigo Dalonso Ferreira (SC
Assistentes: Alex dos Santos (SC) e Thiaggo Americano Labes (SC)
Gols: 1-0 Luciano (13’2ºT), 1-1 Sarrafiore (36’2ºT)
Cartões amarelos: Luciano (São Paulo), Nathan Silva e Matheus Galdezani (Coritiba)

SÃO PAULO: Volpi; Juanfran (Toró, aos 43’2ºT), Bruno Alves (Vitor Bueno, Intervalo), Arboleda e Reinaldo; Luan, Daniel Alves, Tchê Tchê e Igor Gomes (Igor Vinicius, aos 43’2ºT); Brenner (Pablo, Intervalo) e Luciano. Técnico: Fernando Diniz.

CORITIBA: Wilson; Natanael, Nathan Ribeiro, Henrique Vermudt e Jonathan; Hugo Moura, Nathan Silva (Pablo Thomaz, aos 32’2ºT), Hugo Moura, Matheus Galdezani (Matheus Bueno, aos 43’2ºT), Luiz Henrique (Sarrafiore, aos 18’2ºT), Rafinha (Neilton, aos 18’2ºT); Nathan (Ricardo Oliveira, aos 32’2ºT). Técnico: Júlio Sérgio.

 

BOLA CHEIA

  • TIAGO VOLPI: Não, amigo, o Volpi não fez nenhuma defesa difícil ― até porque o adversário é medíocre e está na Zona do rebaixamento. Volpi ganha o Bola Cheia pelos brios de cobrar quem acha que não deve ser cobrado nunca. Deu uma bronca gigante em Arboleda e cobrou duramente o Reinaldo na saída do jogo. As câmeras mostraram que os dois chegaram a discutir feio. “Ficam tocando de lado, acontece isso!”, disse Volpi. Volpi cobra aquilo que a torcida sempre cobrou: parem com essa merda de toquinho pro lado que o resultado disso a gente já sabe!

 

BOLA MURCHA

  • PROF. PARDAL: A gente poderia dar o Bola Murcha para metade do time, pois todos mereciam: Juanfran, Arboleta, Bruno Alves, Vitor Bueno, Pablo, Brenner, Reinaldo… Mas o Bola Murcha é pra quem proporciona tudo isso. Nessa partida, não teve a saída de bola ridícula que Diniz tanto gosta e a torcida sofreu menos com isso. Pra falar a verdade, a gente até teve esperança de vitória quando virou o primeiro tempo sem tomar gol. Mas aí o Prof. Pardal atacou novamente e voltou para o segundo tempo colocando Vitor Bueno e Pablo no time. Naquele exato segundo, soubemos que não importaria o que acontecesse: não ganharíamos o jogo. Dito e feito. A insistência de Diniz com o ridículo medíocre patético preguiçoso indolente inerte desajeitado lento sonolento chamado Vitor Bueno é qualquer coisa de patológica, que está entre a extrema arrogância e a teimosia esquizofrênica. E Pablo fez o que faz em todos os jogos: nada. Pelo  amor de Deus, não há a menor condição de manter o Prof. Pardal como treinador. O Brasileirão já era, é perda de tempo esperar seu fim pra demitir o cara. Tem que tirar Fernando Diniz já, ontem, hoje, nas próximas horas. Deixa sem treinador ― esse time não ouve o técnico mesmo ― ou coloca o treinador do time de basquete. Não importa, chega de Fernando Diniz! São 15 pontos disputados e apenas 2 conseguidos. Ele já fez isso no Fluminense e no Atlético-PR, a gente viu o que aconteceu por lá! Fora, Diniz!