Com Toró expulso injustamente, SPFC fica no empate contra Bahia

[perfectpullquote align=”full” bordertop=”false” cite=”” link=”” color=”” class=”” size=””]FICHA TÉCNICA[/perfectpullquote]

SÃO PAULO 0 X 0 BAHIA
Local: Estádio do Morumbi, São Paulo (SP)
Data: 19 de maio de 2019, domingo
Horário: 11h (de Brasília)
Árbitro: Daniel Nobre Bins (RS)
Assistentes: Elio Nepomuceno de Andrade Júnior e Maurício Coelho Silva Penna (RS)
VAR: Rodrigo Nunes de Sá
Público: 44.640 torcedores
Renda: R$ 2.196.501,00
Cartões amarelos: Luan (São Paulo); Gregore, Douglas Augusto e Moisés (Bahia)
Cartão vermelho: Toró (São Paulo)

SÃO PAULO: Tiago Volpi; Hudson, Walce, Bruno Alves e Reinaldo; Liziero (Luan), Tchê Tchê e Hernanes (Nenê); Antony, Pato (Helinho) e Toró; Técnico: Cuca

BAHIA: Douglas Friedrich; Ezequiel, Ernando, Fonseca e Moisés; Gregore, Elton e Douglas Augusto (Ramires); Artur, Élber (Rogério) e Gilberto (Fernandão); Técnico: Roger Machado

 

[perfectpullquote align=”full” bordertop=”false” cite=”” link=”” color=”” class=”” size=””]BOLA CHEIA[/perfectpullquote]

  • TORÓ: Enquanto esteve em campo, Toró infernizou os baianos com dribles, jogadas rápidas e algumas tentativas de finalização. Não teve uma atuação tão brilhante como as anteriores, mas foi um dos melhores em campo outra vez. Infelizmente, Toró foi expulso injustamente pela arbitragem absolutamente incompetente (pra dizer o mínimo…) e desmontou tudo que Cuca planejou com as substituições que fez. De quebra, a arbitragem ainda conseguiu tirar Toró do jogo contra a galinhada, no próximo fim de semana. Que coincidência, né…
  • TORCIDA: Cerca de 45 mil pessoas encararam uma manhã fria da capital paulista para ver o SPFC contra um time pequeno, de pouca expressão nacional. Mais uma vez, a torcida apoiou do início ao fim, fez sua festa tradicional, mas não poupou as vaias após o apito final. Essa torcida merecia ser tratada com mais carinho, viu…

 

Pro juizão, isso aí no Liziero não foi nem falta…

[perfectpullquote align=”full” bordertop=”false” cite=”” link=”” color=”” class=”” size=””]BOLA MURCHA[/perfectpullquote]

  • ARBITRAGEM: Liziero foi agredido em campo, foi substituído sem conseguir andar, com suspeita de fratura. O adversário não recebeu punição alguma. Hernanes apanhou muito, teve o dedo deslocado por causa das pancadas (as imagens da TV são fortes), o juiz não deu nada. Antony e Pato foram inúmeras vezes agredidos (amigo, falta é uma coisa, mas ir na direto na canela do cara pra quebrar não é falta, é agressão) e o juiz não deu nada. No entanto, em um lance acidental de Toró, o juizão prontamente o expulsou e o tirou do jogo contra o Corinthians. Inversão de laterais, faltas não marcadas e sinalizações tão confusas que nem o 4º árbitro entendia coroaram a atuação absurdamente teatral (pra dizer o mínimo!) desse juiz incompetente e narcisista chamado Daniel Nobre Bins. Que o nível da arbitragem brasileira é ruim, todos sabemos, mas agora nem com VAR eles conseguem driblar a sua inacreditável incompetência para ser árbitro de futebol.
  • HELINHO: O moleque faz firula, faz “elástico”, sobrepõe os pés pela bola, faz passe de calcanhar, tenta dribles desconcertantes… E erra tudo! É impressionante como Helinho parece atuar pensando nos melhores momentos do DVD que o empresário vai mostrar pra time pequeno da Europa e dizer: “Olha só como esse garoto é craque!” O problema é que se mostrar a continuação das jogadas ninguém vai contratar o cara, porque ele perde todas as bolas, estraga todas as jogadas, é um dos atletas mais inúteis do elenco atual do SPFC. Sinceramente, a gente já não consegue entender como um atleta de efetividade ZERO em campo ainda está no elenco, mas consegue entender menos ainda porque Cuca ainda escala o cara em uma partida tão difícil como essa, contra um time pequeno que veio pra dar porrada com a complacência da arbitragem.