SPFC empata com ABC e avança na Copa do Brasil

ABC-RN 1 X 1 SÃO PAULO
Local: Frasqueirão, Natal (RN)
Data-Hora: 15/3/2017 – 19h30
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (Fifa-RJ); Auxiliares: Rodrigo Henrique Correa (Fifa-RJ) e Thiago Henrique Neto Correa Farinha (RJ)

Público/renda: 15.016 presentes/R$ 375.176,00
Cartões amarelos: Dalberto, Cleiton, Echeverría, Márcio Passos e Felipe Guedes (ABC), Lucas Fernandes, Júnior tavares, Cueva e João Schmidt (SAO)
Gols: Márcio Passos (1’/1ºT) (1-0) e Cueva (37’/1ºT) (1-1)
ABC-RN: Edson; Levy, Oswaldo, Cleiton e Romano (Marquinhos caldas, aos 38’/2ºT); Márcio Passos, Felipe Guedes, Echeverría (Dalberto, aos 17’/2º) e Gegê (Caio Mancha, ao 21’/2ºT); Erivélton e Nando. Técnico: Geninho.
SÃO PAULO: Denis; Buffarini, Lugano, Rodrigo Caio (Lyanco, aos 11’/1ºT) e Júnior Tavares; João Schmidt, Thiago Mendes e Cícero; Wellington Nem (Luiz Araújo, aos 32’/2ºT), Cueva (Lucas Fernandes, aos 22’/2ºT) e Gilberto. Técnico: Rogério Ceni.


CUEVA: Jogou no sacrifício, com dores, foi caçado e agredido pelo time de lutadores de rua (será que esses caras do ABC são profissionais de futebol de verdade?), apanhou uma enormidade, correu muito e fez o gol que garantiu a classificação. Tá difícil imaginar o time sem o peruano, viu…

LYANCO: A lesão de Rodrigo Caio no início da partida serviu para confirmar aquilo que tanto defendemos aqui no site: Lyanco não pode ficar fora do time. Em vez dos lentíssimos Lugano e Breno (Douglas é tão ruim que nem conta), já passou da hora de Lyanco ganhar mais chances no time. O garoto joga sério, firme, é bom nas boas aéreas e não perde todas as corridas — como Breno e Lugano, por exemplo. No atual momento, a melhor formação da zaga seria Rodrigo Caio e Lyanco. Sim, até mesmo Maicon teria que esquentar um pouco o banco de reservas.

CÍCERO: Além de equilibrar o toque de bola no meio, Cícero foi instruído por Ceni a ajudar na defesa e acabou atuando como um terceiro zagueiro. Ousamos dizer que essa decisão foi fundamental para evitar uma derrota, pois Lugano não conseguia ganhar nenhuma bola dos adversários e Lyanco tinha que trabalhar por dois para evitar o gol potiguar. Bela atuação de Cícero.

BUFFARINI: Tem dias que o argentino não joga nada, mas tem dias que coloca a raça portenha no peito, corre uma enormidade, briga por todas as bolas. E foi essa atuação de raça pura que tornou a performance de Buffa tão boa nesse jogo.


LUGANO: A gente tem um tremendo respeito pelo uruguaio, pois ele é idolo, tem personalidade, liderança e é um cara do bem. Mas não dá mais. Vamos ser sinceros e objetivos: Lugano hoje em dia é um ex-jogador ainda em atividade. Além de perder todas as corridas contra os adversários, ele agora também perde quase todas de cabeça e comete muitas faltas para compensar sua lentidão. Nesta partida, cometeu dois erros grosseiros: com 1 minuto de jogo, errou feio na bola aérea e o ABC fez seu gol logo no primeiro ataque; o segundo erro grotesco foi aos 40’ do segundo tempo, quando perdeu a corrida pro atacante adversário (não me diga…), perdeu o tempo de bola e quase os caras fizeram o gol da vitória. Lugano, com todo respeito, não dá mais não. Não dá mais mesmo, hermano!

LUCAS FERNANDES: A gente sabe que o moleque é muito bom de bola e torce demais pelo sucesso dele, mas nesta partida demonstrou imaturidade, insegurança e indecisão. Além de perder um gol inacreditável, se posicionou mal o tempo todo, parecia perdido em campo. Falta de ritmo de jogo? Talvez. Mas o fato é que foi uma atuação muito fraca.

JOÃO “PRA NINGUÉM” SCHMIDT: Assistindo a partida pela TV, o que a gente mais ouve são frases como “Schmidt passa a bola… Pra ninguém!”, “Schmidt cruza… Pra ninguém!” e “Schmidt tenta sair jogando… Pra ninguém!” Ou esse cara é espírita com dom de visão extra-sensorial e tá vendo gente onde não tem ninguém ou precisa de óculos. Mas o fato aqui é que pode mudar o nome dele pra João “Pra Ninguém” Schmidt que os narradores da TV vão agradecer.