SPFC empata com Bahia no sufoco no último minuto de jogo

[perfectpullquote align=”full” bordertop=”false” cite=”” link=”” color=”” class=”” size=””]FICHA TÉCNICA[/perfectpullquote]

Everton (Foto: Divulgação/SPFC)

BAHIA 2 X 2 SÃO PAULO
Local: Arena Fonte Nova, em Salvador (BA)
Data: 13 de maio de 2018, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Dewson Fernando Freitas da Silva (PA)
Assistentes: Helcio Araújo Neves (PA) e Heronildo Freitas da Silva (PA)
Público: 20.847 pagantes
Renda: R$ 529.597,50
Cartão Amarelo: Élber, Everson, Gregore, Elton e Lucas Fonseca (Bahia); Arboleda, Everton e Régis (São Paulo)
Gols:
BAHIA: Edigar Junio, aos 11, e aos 38 minutos do primeiro tempo
SÃO PAULO: Tréllez, aos 30 minutos do primeiro tempo, e Shaylon, aos 47 minutos do segundo tempo

BAHIA: Douglas Friedrich; João Pedro, Everson, Lucas Fonseca e Léo; Gregore, Elton, Vinícius (Régis), Zé Rafael e Élber (Mena); Edigar Junio (Kayke)
Técnico: Guto Ferreira

SÃO PAULO: Sidão; Militão (Régis), Arboleda, Bruno Alves e Reinaldo; Jucilei, Hudson, Lucas Fernandes (Valdívia) e Nenê (Shaylon); Everton e Tréllez
Técnico: Diego Aguirre

Tréllez (Foto: Divulgação/SPFC)

[perfectpullquote align=”full” bordertop=”false” cite=”” link=”” color=”” class=”” size=””]BOLA CHEIA[/perfectpullquote]

  • TRÉLLEZ: Definitivamente, não é o atacante que a gente queria no time, mas sem dúvida é muito mais ativo, rápido e perigoso do que Diego Souza. Tréllez é incansável, incomoda demais os adversários e o gol que fez nesta partida foi porque teve velocidade para alcançar a bola ― coisa que Diego Souza jamais conseguiria. Além disso, o colombiano vibra em campo, contagia os outros jogadores, e isso faz toda diferença em um time que precisa sair do estado letárgico.
  • NENÊ: O veteranão é um brigador nato, cara que joga com vontade, tem toque de bola de craque e 60% do gol do Tréllez deve ser creditado ao passe milimétrico de Nenê. O problema é que no esquema retranqueiro de Aguirre, Nenê acaba tendo que correr demais e não aguenta os 90 minutos. Se fosse um técnico mais inteligente, menos retranqueiro e menos teimoso, Nenê ainda renderia muitíssimo mais.
  • ARBOLEDA: Voltou à forma antiga e ousamos dizer que já justifica o apelido de “Arbolenda”. O cara é um monstro, tem intensidade absurda durante 90 minutos, não alivia pra ninguém, fez uma partida outra vez impecável. Se não fosse o “Arbolenda”, sairíamos da Bahia com uma derrota.
Aguirre (Foto: Divulgação/SPFC)

[perfectpullquote align=”full” bordertop=”false” cite=”” link=”” color=”” class=”” size=””]BOLA MURCHA[/perfectpullquote]

  • AGUIRRE: Técnico retranqueiro com mentalidade de time pequeno arma sempre esquema covarde, com muitos volantes, não importa o adversário. E se o jogo de alguma forma fica mais fácil, ele é capaz de mudar até o goleiro, mas nunca diminui o número de volantes. OK, o time está sim jogando com mais empenho, mas todo jogo é um drama, fica enroscado com esse esquema cheio de volantes. E o resultado é muito visível em duas situações: ataques e contra-ataques. Perceba que quase sempre é preciso uma ligação direta da defesa pro ataque porque Aguirre engarrafou o meio com os volantes. O espírito do elenco nessa partida era jogar pra empatar e Aguirre deixa isso bem claro nas suas intenções ― mas isso é espírito de time pequeno, que entra no Brasileiro pra tentar ficar em meio de tabela e não ser rebaixado. O SPFC é grande demais pra ter esse tipo de mentalidade. Mas como a situação já foi pior ― antes a gente só perdia, agora só empata (e chegamos ao ponto de comemorar empates!) ―, resta-nos rezar para não terminar o Brasileiro na zona de baixo da tabela.
  • HUDSON: O cara chegou cheio de marra no início do ano dizendo que era o melhor de sua posição no país. Não, não é. Se você considerar um futebol padrão Série C, talvez ele seja sim, mas para um time de primeira divisão, Hudson é medíocre. Lento, lerdo, preguiçoso e desleixado, perdeu bolas absurdas e cometeu um pênalti de jogador de várzea que abriu o placar para os baianos. Hudson pode até ser segundo ou terceiro reserva da equipe, mas nunca, jamais, de maneira alguma pode ser titular. Nem em mistão.

 

[perfectpullquote align=”full” bordertop=”false” cite=”” link=”” color=”” class=”” size=””]VÍDEO[/perfectpullquote]

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