SPFC empata com o Fortaleza na estreia da Copa do Brasil

 
FICHA TÉCNICA
FORTALEZA 3×3 SÃO PAULO
Local: Castelão, em Fortaleza (CE)
Data-Hora: 14/10/2020 – 19h15
Árbitro: Rodolpho Toski Marques (PR)
Assistentes: Bruno Boschilia (PR) e Sidmar dos Santos Meurer (PR)
Público/renda: Portões Fechados
Cartões amarelos: Felipe e Rogério Ceni (Fortaleza); Reinaldo (São Paulo)
Cartões vermelhos: Felipe Alves e Carlinhos (Fortaleza); Fernando Diniz (São Paulo)
Gols: David (5’/1ºT) (1-0); Brenner (15’/1ºT) (1-1); Tinga (20’/1ºT) (2-1); Luciano (43’/1ºT) (2-2); Gabriel Dias (19’/2ºT) (3-2); Brenner (aos, 49’/2ºT)
FORTALEZA (Técnico: Rogério Ceni) Felipe Alves; Tinga, Jackson (Roger Carvalho, aos 14’/2ºT), Paulão e Carlinhos; Felipe (Max Walef, aos 14’/2ºT), Juninho, Ronald, Gabriel Dias e Romarinho (Marlon, aos 30’/2ºT); David (Yuri César, aos 14’/2ºT).
SÃO PAULO (Técnico: Fernando Diniz) Tiago Volpi; Igor Vinicius (Tchê Tchê, aos 6’/2ºT), Diego Costa, Bruno Alves e Reinaldo; Luan (Pablo, aos 37’/2ºT), Gabriel Sara, Daniel Alves e Igor Gomes (Paulinho Bóia, aos 37’/2ºT); Brenner e Luciano.
 
BOLA CHEIA
  • GABRIEL SARA: A gente criticou muito algumas atuações de Gabriel Sara, mas ele vem mostrando uma enorme evolução dentro de campo. O garoto está se posicionando melhor, procurando ajudar mais (sem fazer firula) e nesta partida participou ativamente dos lances dos gols. Bela atuação.
  • BRENNER: Ainda faz algumas lambanças, ainda toma decisões erradas, mas o garoto se posiciona muito bem e fez dois gols mais uma vez. No atual momento, é titular absoluto ao lado de Luciano. Isso é fato.
 
BOLA MURCHA
  • PROF. PARDAL: Resolveu mexer no time para aproveitar um homem a mais aos 40′ do segundo tempo. Parece que só resolve mexer quando não tem mais outro jeito. E insiste de maneira quase patológica com Tchê Tchê e Vitor Bueno. O time do Fortaleza estava com dois expulsos e o Prof. Pardal inventando “moda” (como colocar Tchê Tchê de lateral, por exemplo), mandando o time manter o esquema de jogo Limpador de Para-Brisas, tocando a bola de um lado para o outro, repetidamente e sem profundidade. Na prática, com toda a limitação do seu elenco (que é muito bem treinado, diga-se de passagem!), Rogério Ceni com 9 jogadores deu um nó tático no Prof. Pardal e suas invenções sem pé nem cabeça. Pelo menos desta vez o Prof. Pardal foi expulso: ganhamos um “reforço” para a partida de volta.
  • TCHÊ TCHÊ: A falta de vontade, de empenho e de disposição de Tchê Tchê em campo chega a ser ofensiva. As duas finalizações pateticamente desleixadas no fim do jogo só demonstram que a falta de vontade de vencer desse pseudo-jogador só não é pior do que a teimosia do Prof. Pardal em arrumar lugar para ele em todo jogo, nem que seja na lateral. Tchê Tchê é daquela classe de jogador tipo Wesley e Michel Bastos, que se achavam craques, eram titulares absolutos, mas quando perdem a boquinha no SPFC, vão parar em um time pequeno. A mediocridade de Tchê Tchê é do tamanho da arrogância de quem não tira o cara do time de jeito nenhum.

 

(por Demétrio Valente)