SPFC empata sem gols com Defensa y Justicia


DEFENSA y JUSTICIA 0 X 0 SÃO PAULO
Local: La Fortaleza, Lanús (ARG)
Data-Hora: 5/4/2017 – 19h15
Árbitro: Jesús Valenzuela (VEN); Auxiliares: Luis Sanchez (VEN) e Tulio Moreno (VEN)
Público/renda: Não disponíveis
Cartões amarelos: Castellani (DYJ), João Schmidt (SAO)
Cartões vermelhos: Buffarini, aos 29’/2ºT (após o 2º amarelo)
DEFENSA Y JUSTICIA: Gabriel Arias; Hugo Silva, Bareiro e Alexander Barboza; Rivero, Jonás Gutiérrez, Leonel Miranda, Castellani (Elizari, aos 17’/2ºT) e Delgado; Bouzat (Kaprof, aos 33’/2ºT) e Stefanelli (Andrés Ríos, no intervalo). Técnico: Sebastián Beccacece.
SÃO PAULO: Denis; Lucão, Breno (Shaylon, no intervalo) (Wellington, aos 33’/2ºT) e Rodrigo Caio; Araruna, Jucilei, João Schmidt, Wellington Nem e Buffarini; Chavez (Júnior Tavares, aos 23’/2ºT) e Pratto. Técnico: Rogério Ceni.


JUCILEI: Depois que entrou em forma, Jucilei enfim começou a mostrar a razão pela qual sua contratação foi pedida por Ceni. Ele joga com segurança, seriedade, destruindo ataques adversários e jogando duro, sem dar espaço aos argentinos. Uma boa atuação.

LUCAS: Quem diria que um dia o Lucão entraria no Bola Cheia… O fato é que a torcida não gosta de Lucão e não esquece a “entregada” contra a gambazada, mas temos que ser justos: o cara jogou com extrema seriedade, não inventou, não fez firula e nem deu nenhuma bola recuada nos pés do adversário. Na verdade, ele chegava sempre junto e nem deixava o atacante adversário respirar, atuando com objetividade e dificultando muito as ações dos argentinos. A boa atuação dele ao lado de Rodrigo Caio evitou um vexame contra esse “time de advogados” aí…


CENI: OK, a gente sabe que o M1to está em início de trabalho e pode ter certeza que ele tem o apoio irrestrito da torcida para as mudanças que está fazendo no time. Mas que ele errou feio nas substituições, ah, isso ele errou. As mudanças feitas foram desastrosas. Com tantos desfalques por lesão ou cansaço, Ceni teve que improvisar, colocando Araruna numa lateral e Buffarini na outra, mesmo que nenhum dos dois se dê bem nas respectivas posições. A gente entendeu a improvisação e torceu pra dar certo. Não deu. Araruna teve uma de suas atuações mais apagadas e Buffarini foi uma desgraça. O velho Buffa parecia um boi louco correndo atrás dos adversários e dando carrinhos perigosos toda hora. Era questão de tempo pra ser expulso e Ceni chamou Júnior Tavares pra entrar em campo. Opa, agora sim, tirando Buffarini a lateral ganha velocidade com Júnior e… Putz… Ceni tirou Chavez e deixou Buffa em campo. Não deu outra: Buffa continuou dando carrinhos perigosos e foi expulso, quebrando de vez o sistema de Ceni. Pra tentar compensar, Ceni colocou Wellington em campo no lugar de Shaylon, que havia entrado no intervalo (outra substituição desastrosa) e estava completamente perdido em campo. Ah, e Gilberto ficou mofando no banco.

JOÃO CARANGUEJO: Esse tal de João Schmidt podia mudar o nome pra João Caranguejo que se encaixaria perfeitamente com o futebolzinho dele. De cada 10 passes que ele tentou fazer, 12 foram pra trás, sempre recuando. A gente até entende isso como algum problema de saúde, pois ele deve ter algum tipo de desorientação espacial que não permite que o cara ande pra frente. Uma coisa é fato: nenhuma jogada avança se a bola cai nos pés do João Caranguejo. E na única chance que teve pra chutar ao gol, a bola foi parar em Foz do Iguaçu.

WELLINGTON NEM: Perdeu três gols inacreditáveis. Mas olhe esse e tire suas conclusões: