SPFC perde de forma apática com esquema frouxo de Diniz

FICHA TÉCNICA

CRUZEIRO 1×0 SÃO PAULO
Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Data/Hora: 16/10/2019, às 21h 
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (GO)
Assistentes: Fabricio Vilarinho da Silva (GO) e Bruno Raphael Pires (GO)
VAR: Elmo Alves Resende Cunha (GO)
Assistentes do VAR: Andre Luiz de Freitas Castro e Leone Carvalho Rocha

Cartão Amarelo: Fred, David, (CRU), Reinaldo, Daniel Alves (SAO)
GOLS: Thiago Neves, 12’/2ºT (1-0);

CRUZEIRO
Fábio, Edilson, Dedé, Fabricio Bruno e Egídio; Henrique, Ederson (Jadson; 28’/2ºT), Robinho (Marquinhos Gabriel; intervalo), Thiago Neves; David (Ariel Cabral; 31’/2ºT) e Fred. Técnico: Abel Braga.

SÃO PAULO
Tiago Volpi, Juanfran (Vitor Bueno; intervalo), Bruno Alves, Arboleda e Reinaldo; Luan (Liziero; 31’/2ºT), Tchê Tchê, Hernanes (Igor Gomes; 18’/2ºT), Daniel Alves, Antony e Pato. Técnico: Fernando Diniz.

 

BOLA CHEIA

  • NINGUÉM: Jogaram contra um time na Zona de Rebaixamento, que sofre a pior crise de sua história, que não ganha de ninguém… Ainda assim, atuaram com desleixo, preguiça, falta de vontade, falta de empenho, apegados a um esquema de jogo covarde e medroso. Ninguém merece Bola Cheia nesse jogo, nem quem jogou, nem quem comandou, nem quem contratou. 

 

BOLA MURCHA

  • FERNANDO DINIZ: Que ele é um cara inteligente e inovador, todo mundo sabe. Mas Diniz tem um grave problema que foi sua ruína em todos os times por onde passou: a arrogância. Diniz não abre mão de seu estilo, não se ajusta às limitações das equipes que dirige e foi assim que ele afundou o Atlético-PR e o Fluminense, seus dois últimos clubes. Diniz, deixe sua arrogância de lado, adapte seu esquema às peças que você tem! Não dá para o time só fazer saída de bola com toquinho de lado se tem atletas que não acertam passe de 3 metros (Bruno Alves, Arboleda) e um goleiro que tem a pior reposição de bola do país (ainda que seja um ótimo arqueiro debaixo das traves). Além do mais, Diniz tem atletas que considera intocáveis, mesmo tendo seguidas atuações medíocres, como Tchê Tchê, Pato, Hernanes e Antony. Não importa se o cara ganha salário astronômico, se não rende em campo tem que ir pra reserva e pronto. A saída de bola antes da chegada de Diniz era ruim, mas depois da vinda dele ficou muito pior e muito mais perigosa com aqueles toquinhos de lado ridículos entre Volpi, Bruno Alves e Arboleda. E pra que colocar Dani Alves e Antony em campo se os dois não têm a menor condição de jogo depois de voltarem dos caça-níqueis do Time Amarelo da Cambada que Bagunça o Futebol? Por que Igor Gomes só entra no final, enquanto Hernanes se arrasta em campo no resto do tempo? O mesmo esquema de futsal de cego (toquinho pro lado que não leva a lugar algum) que fez Diniz afundar Atlético-PR e Fluminense está sendo amplamento implementado no SPFC. Precisa mesmo dizer aonde isso vai parar? Ou Diniz deixa sua arrogância de lado ou é melhor a diretoria já começar a pensar em técnico para 2020.
  • PATO: Depois de Tchê Tchê, agora Alexandre Pato é o novo intocável de Fernando Diniz. O técnico diz ser fã de Pato, que pra ele é melhor do que o Gabigol. A gente não sabe em que planeta Diniz vive, mas depois de ver uma atuação de Pato como essa contra o Cruzeiro é inaceitável, inadmissível, impensável que Pato continue como titular. Ou reserva. Na verdade, não faz sentido pagar salário para Pato passear em campo dessa maneira. A atuação de Pato nesse jogo foi desleixada, preguiçosa, apática, dorminhoca, desinteressada, medíocre. Sinceramente, ainda bem que torcedor não é dirigente, senão Alexandre Pato seria recebido com uma carta de demissão na entrada do vestiário. E voltaria pra São Paulo em ônibus de linha. Cometa. Em poltrona convencional (leito tá muito caro).