SPFC perde no mangue com gols irregulares do Santo André

Tá vendo o careca de camisa amarela? Põe o resultado do jogo na conta dele!

 

FICHA TÉCNICA

SANTO ANDRÉ 2 x 1 SÃO PAULO
Local: Estádio Bruno José Daniel, em Santo André (SP
Data: 09/02/2020 (domingo); Horário: 18h
Gol SPFC: Daniel Alves (falta), 15/2
Gols da arbitragem: Fernandinho, 4/1; Dudu Vieira, 32/1
Árbitro: Vinicius Gonçalves Dias Araujo
Auxiliares: Neuza Ines Back e Leandro Matos Feitosa
Quarto árbitro: Vinicius Furlan
Cartão amarelo: Vitinho Mesquita, 14/2
Público: 6.404 pagantes; 7.433 presentes
Renda: R$ 353.980,00

SPFC: Volpi; Juanfran (Igor Vinícius, intervalo), Arboleda, Anderson Martins (Everton, intervalo) e Reinaldo; Tchê Tchê, Daniel Alves e Hernanes (Brenner, 27/2); Alexandre Pato, Pablo e Vitor Bueno. Técnico: Fernando Diniz

SANTO ANDRÉ: Fernando Henrique; Ricardo Luz, Rodrigo, Luizão e Marlon; Dudu Vieira; Paulo Vinícius (Nando Carandina, 12/2) e Garré (Buiú, 31/2); Vitinho Mesquita, Fernandinho (Julinho, 22/2) e Ronaldo. Técnico: Paulo Roberto Santos

 

BOLA CHEIA

  • O “NOVO” SPFC: Apesar da derrota, é preciso exaltar o empenho, a organização e a movimentação dos jogadores em campo. Com exceção de Vitor Bueno (veja aqui o gol inacreditável perdido por ele) e Reinaldo, que pareciam completamente fora de sintonia com o resto do time, a equipe são-paulina fez sim uma boa partida e perdeu para a arbitragem, para o mangue que o Santo André chama de “gramado” e para a organização de várzea do Campeonato Paulista. O SPFC criou chances, movimentou-se em busca do ataque, trabalhou mais verticalmente com menos toquinho pro lado, mas ainda peca na finalização a gol. Vale destacar o empenho dos veteranos (Dani Alves, Hernanes e até mesmo Pato), que fazem a diferença no time. Apesar da derrota, vale ressaltar que o time agora tem cara, tem empenho e joga com personalidade. Sinceramente, se continuar nesse ritmo, teremos uma temporada melhor neste ano.

 

BOLA MURCHA

  • FEDERAÇÃO PAULISTA DE FUTEBOL: É realmente patética a atuação da FPF no Campeonato Paulista. Primeiro, que é um torneio desimportante, de estádio vazio, com regulamento esdrúxulo (em que matematicamente um time pode perder todos os jogos e se classificar e outro pode ganhar todos os jogos e não se classificar) que os times grandes colocam o elenco principal para jogar apenas para servir de pré-temporada. Para piorar, times grandes têm que enfrentar esses timecos como o Santo André, em um mangue que eles chamam de “gramado”, que não aguenta nem chuvisco e deve ter um sistema de drenagem da época do Brasil Colônia. Além disso, a gente volta a ver aquela história de gandula segurar demais a bola, demorar para devolver, jogar duas bolas no campo quando o SPFC atacava: coisas que são piadas de futebol de várzea e que não se imagina ainda existir no futebol profisisonal. Para fechar com chave de ouro, não tem VAR no desimportante Campeonato Paulista e mais uma vez o SPFC é garfado com dois gols irregulares do rival, dois pênaltis não marcados a favor do SPFC e uma solada que rasgou a chuteira do Hernanes (e poderia ter quebrado o pé do atleta) e o juizão não deu nem falta. Em duas partidas seguidas, a arbitragem tirou descaradamente 5 pontos do SPFC, nada muda, nada acontece e todo ano os times grandes precisam jogar esse torneiozinho caça-níqueis em estádios de várzea como esse do Santo André.