SPFC perde pro Atlético-MG com atuação patética de Tchê Tchê

 

FICHA TÉCNICA

ATLÉTICO-MG 3 x 0 SÃO PAULO
Data/Horário: 3/9/2020, às 20h
Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Árbitro: Jean Pierre Gonçalves Lima (RS)
Assistentes: Lucio Beiersdorf Flor (RS) e Leirson Peng Martins (RS)
Árbitro de vídeo: Rafael Traci (SC)
Cartões amarelos: Fernando Diniz (SAO)

Gols: Alan Franco, aos 34’/1ºT (1-0); Alan Franco, aos 43’/1ºT (2-0); Jair, aos 13’/2ºT (3-0)

ATLÉTICO-MG: Rafael, Mariano, Igor Rabello, Júnior Alonso e Guilherme Arana (Fábio Santos – 41’/2ºT); Allan, Jair (Guga – 35’/2ºT), Alan Franco e Hyoran (Marrony – 35’/2ºT); Keno (Marquinhos – 19’/2ºT) e Eduardo Sasha (Savarino – 35’/2ºT). Técnico: Jorge Sampaoli.

SÃO PAULO: Tiago Volpi, Igor Vinícius, Diego Costa, Léo e Liziero; Tchê Tchê, Gabriel Sara (Vitor Bueno – Intervalo) e Hernanes (Igor Gomes – 8/2ºT); Luciano, Paulinho Boia (Brenner – 8’/2ºT) e Pablo (Toró – 32’/2ºT). Técnico: Fernando Diniz.

 

BOLA CHEIA

  • VOLPI, HERNANES e LUCIANO: O esforço desse trio dentro de campo precisa ser exaltado, não pode ser apagado por causa de uma derrota dessas. Volpi continua muito firme, apesar da orientação patética do Prof. Pardal para sempre se arriscar com toquinhos laterais na saída de bola; Hernanes criou várias jogadas, mas sua saída de campo (o que tem na cabeça esse Prof. Pardal, hein?) desmontou a armação do ataque; Luciano é esforçado demais, o cara busca a jogada, ajuda a defesa, dá opções ao ataque e ainda teve um gol erroneamente anulado pelo VAR (que tecnologia é essa que anula um gol legítimo?). Apesar de uma noite triste, o esforço do trio merece ser exaltado.

 

BOLA MURCHA

  • PROF. PARDAL: O cara inventa, inventa, mas na hora de engatar empaca porque seu esquema de jogo só se encaixa em time pequeno. O Prof. Pardal é treinador de time de Série C e basta acompanhar o SPFC para ver que todas as invencionices e teimosias que levaram seus dois últimos clubes à Zona do Rebaixamento não se sustentam, são frágeis demais em um time de grande porte. O Prof. Pardal encheu o time de atacantes para tentar virar o placar, mas desmontou o meio-campo que municiava o ataque. Resultado? Tomou mais gol. O Prof. Pardal insiste de maneira insana com Vitor Bueno e Tchê Tchê (cujo erro bisonho resultou no gol que abriu a porteira da derrota), mesmo ambos dando provas e mais provas de absoluta incompetência dentro de campo. Aliás, se o SPFC contratasse o Lionel Messi, o Prof. Pardal o deixaria na reserva de Tchê Tchê, pode apostar! O mais insano: o único cartão amarelo da partida foi pro Prof. Pardal, que reclama, reclama, reclama, mas só faz merda. Aí toma um couro de 3×0 como nessa noite e o Prof. Pardal enche o time de elogios, fala de filosofia pré-Socrática, lembra que a psicologia é a alma do futebol e que seu trabalho é defendido por unhas e dentes por aquele gerente de futebol que só pensa em política. Se a gente não cair pra Zona de Rebaixamento até novembro com esse “inventor”, já estaremos no lucro.
  • IGOR GOMES: Empresário de futebol é uma espécie de câncer em ampla metástase no futebol brasileiro. Eles estão sempre nos bastidores espalhando sua ação cancerosa no futebol. O empresário de Igor Gomes, sob o pretexto de defender o jogador que ele quer emplacar na Europa, ataca publicamente o Prof. Pardal. Quem tem que fazer isso é a torcida, não quem tem interesse direto na venda do jogador pra Europa. Por outro lado, dentro de campo Igor Gomes não tem feito por merecer nem ser titular, imagine então ir para um Barcelona da vida… Isso só torna a ação do empresário ainda mais patética e a própria falta de empenho de Igor Gomes em campo ainda mais preocupante. Se tivesse que dar uma nota para a atuação de Igor Gomes nesta partida, ela seria a mesma de Vitor Bueno, Pablo e Tchê Tchê: -5. Número negativo mesmo. Eles teriam que melhorar muito para subir 5 pontos e receber “apenas” uma nota zero pela atuação nesse jogo.