SPFC só empata com River, que não jogava há 6 meses

 

FICHA TÉCNICA

SÃO PAULO 2 X 2 RIVER PLATE
Data/Horário: 17/9/2020, às 19h
Local: Morumbi, em São Paulo (SP)
Árbitro: Esteban Ostojich (URU)
Assistentes: Richard Trinidad (URU) e Nicolás Taran (URU)
Cartões amarelos: Diego Costa, Igor Gomes, Reinaldo (SAO); De la Cruz, Carrascal (RIV)
Gols: Enzo Pérez, contra, aos 10’/1ºT (1-0); Borré, aos 17’/1ºT (1-1); Álvarez, aos 34’/2ºT (1-2); Angileri, contra, aos 37’/2ºT (2-2)

SÃO PAULO: Tiago Volpi, Igor Vinícius, Diego Costa, Léo e Reinaldo; Tchê Tchê, Hernanes e Igor Gomes; Gabriel Sara (Toró – 40’/2ºT), Vitor Bueno (Paulinho Boia – 40’/2ºT) e Pablo (Brenner – 32’/2ºT). Técnico: Fernando Diniz.

RIVER PLATE: Armani, Montiel, Martínez Quarta, Pinola e Angileri; Enzo Pérez (Sosa – 46’/2ºT), Julián Álvarez, De la Cruz (Ferreira – 46’/2ºT) e Nacho Fernández (Ponzio – 43’/2ºT); Suárez (Carrascal – 15’/2ºT) e Borré. Técnico: Marcelo Gallardo. 

 

BOLA CHEIA

  • NINGUÉM: O River Plate não entrava em campo há 6 meses. Os argentinos estão totalmente sem ritmo de jogo. Mas o SPFC só conseguiu empatar porque o River fez dois gols contra com os mesmos dois atletas que se trombaram sozinhos e quase tiveram concussão cerebral. Ninguém merece Bola Cheia.

 

BOLA MURCHA

  • REINALDO: Falhou diretamente nos dois gols que os argentinos fizeram a favor deles. Reinaldo só reclama. Toma amarelo por besteira. Não acerta um cruzamento. Só dá chutão.
  • TCHÊ TCHÊ: Descobrir a vacina pro Covid ou a cura pro câncer é fácil. Difícil mesmo é Tchê Tchê não ser titular absoluto no time do Prof. Pardal, mesmo apresentando futebol medíocre. Isso sem fala nas atitudes de palerma, como a cena patética do fim do primeiro tempo, quando ele assumiu uma posição de chaleira pra reclamar de fair play e o River quase fez um gol.
  • VITOR BUENO: Só no time do Prof. Pardal esse cara é titular absoluto. Chamá-lo de “ruim” é elogio: ele precisa melhorar muito pra tomar “apenas” uma nota zero.
  • PABLO: Estava em campo? Estava. Alguém viu? Não.
  • PROF. PARDAL: Tem uns pangarés que dizem que a torcida só pega no pé de técnico. Mas quem é o “inventor” que deixa esses quatro varzeanos aí do Bola Murcha como titulares absolutos intocáveis? Por que só resolveu mudar o time faltando 6 minutos pro jogo acabar? Por que manteve Hernanes mal conseguindo respirar (por causa da altitude da Vila Sônia, talvez?) e com nariz sangrando se o cara mal conseguia andar? Por que insiste com o Esquema Limpador de Parabrisas que todo mundo já pegou a manha e o SPFC não consegue sair jogando? Por que aquele diretor de futebol “politizado” não tira o Prof. Pardal de jeito nenhum, mas não pensou um segundo para arrancar Diego Aguirre fora do comando para lançar o SPFC na pior “aventura” da história (Jardine)? Quando você tiver todas essas perguntas respondidas, talvez seja tarde demais e já estejamos nos preparando para jogar às sexta-feiras à noite em 2021, 2022…

(por Demétrio Valente)