SPFC vence Atlético-GO em noite que Diniz deixa teimosias de lado

 
FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 3×0 ATLÉTICO-GO
Local: Morumbi, em São Paulo (SP)
Data-Hora: 7/10/2020 – 20h30
Árbitro: Dyorgines José Padovani de Andrade (ES)
Assistentes: Fabiano da Silva da Ramires (ES) e Vanderson Antonio Zanotti (ES)
VAR: Daniel Nobre Bins (RS)
Público/renda: Portões Fechados
Cartões amarelos: Reinaldo, Gabriel Sara e Daniel Alves (São Paulo); Hyuri (Atlético-GO)
Gols: Brenner (46’/1ºT) (1-0); Gabriel Sara (19’/2ºT) (2-0); Brenner (25’/2ºT) (3-0)  
 
SÃO PAULO (Técnico: Fernando Diniz) Tiago Volpi; Juanfran (Igor Vinícius, aos 31’/1ºT), Diego Costa, Bruno Alves e Reinaldo; Luan, Daniel Alves, Igor Gomes, Gabriel Sara e Vitor Bueno (Tchê Tchê, aos 24’/2ºT); Brenner (Pablo, aos 35’/2ºT).
ATLÉTICO-GO (Técnico: Vagner Mancini) Maurício Kozlinski; Dudu, Éder, Gilvan e Nicolas; Oliveira (William Maranhão, aos 23’/2ºT), Marlon Freitas e Chico (Wellington Rato, aos 23’/2ºT); Janderson (Matheuzinho, aos 15’/2ºT), Zé Roberto (Hyuri, aos 15’/2ºT) e Gustavo Ferrareis
 
BOLA CHEIA
  • BRENNER: O garoto perdeu dois gols fáceis, mas fez dois, esforçou-se muito, movimentava-se muito mesmo estando sozinho. Ninguém desaprende a jogar futebol. Se ganhar um ritmo legal e tiver um bom técnico (o que não é o caso), Brenner ainda pode render frutos ao SPFC.
  • LUAN: Deu mais consistência ao miolo, jogou com muita firmeza e muito seriedade, sem firulas. Uma boa atuação.
  • BRUNO ALVES: Firme, preciso, não brinca em serviço. Cada vez fica mais claro que a zaga ideal tem que ser Diego Costa e Bruno Alves, com Léo entrando na lateral e Reinaldo indo pra reserva. Mas, depois da volta de Bruno Alves, é só “coincidência” que o SPFC não tomou gol depois de 10 partidas seguidas sendo continuamente vazado? Será…?
  • TIAGO VOLPI: Outro partidaço, fechou o gol, fez pelo menos três defesas dificílimas. Se não fosse essa saída de bola desastrada inventada pelo Prof. Pardal, Volpi certamente teria atuações impecáveis. Excelente goleiro!
 
BOLA MURCHA
  • DANI ALVES e IGOR GOMES: Alguém em sã consciência vai dizer que esses dois são ruins de bola? Não, né! Mas se descontassem do salário deles R$ 100 por cada passe errado nesta partida, eles ficariam uns dois meses sem salário. É inacreditável a quantidade de passes errados de Dani Alves (que parecia estar jogando com um cesto de lixo na cabeça… Ops!) e de passes errados e gols perdidos pelo Igor Gomes. Coisa patética, de várzea mesmo.
  • VITOR BUENO: Ele é péssimo em sua posição original, porém, quando improvisado em mais uma das invenções do Prof. Pardal… Jesus amado, a gente chega a duvidar que esse cara é jogador de futebol profissional. Passes errados, péssimo posicionamento, chutes tortos, o cara parecia o tempo inteiro completamente perdido em campo. Vitor Bueno precisa melhorar muito para ser “apenas” ruim. Atualmente, ele pode até nomear um novo nível de ruindade. Algo mais ou menos assim: “Nossa, esse jogador é péssimo mesmo, padrão Vitor Bueno!”
  • PROF. PARDAL: Muita gente dizia que uma derrota neste jogo seria o suficiente para mandarem o cara embora. Mas a arrogância que a gente tanto reclama do Prof. Pardal ficaram tão claras nessa partida que essa vitória deveria servir justamente para demitir sumariamente o “inventor”. Acompanhe o raciocínio: todo mundo reclamava da ausência de Bruno Alves, nesta partida ele colocou o jogador; Todo mundo reclama da ruindade crônica de Tchê Tchê, nesta partida ele barrou o jogador pela primeira vez desde que chegou ao clube; Todo mundo reclama dessa saída de bola ridícula que já custou tantos gols, nesta partida elas foram diminuídas pela metade; Todo mundo pedia mais chances ao Brenner e mandar Pablo pra reserva, nesta partida ele fez isso. Ou seja: quando ele finalmente decide ouvir as críticas e deixar a arrogância de lado, o time ganha e quebra um jejum de 7 partidas. É lógico que não é mais do que obrigação vencer o Atlético Goianiense, mas depois de ser desclassificado pelo “catadão” do Mirassol, qualquer vitória é pra dar até volta olímpica. A que ponto chegamos…