SPFC vence Fortaleza nos pênaltis e avança na Copa do Brasil

 
FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 2 (10) X (9) 2 FORTALEZA
Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data/Horário: dia 25 de outubro (domingo), às 20h30
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS)
Assistentes: Jorge Eduardo Bernardi e Jose Eduardo Calza (RS)
VAR: Jean Pierre Goncalves Lima (RS)
GOLS: SÃO PAULO: Brenner, aos 10’/1ºT e aos 26’/2ºT; FORTALEZA: David, aos 35’/2ºT, Roger Machado, aos 46’/2ºT.
SÃO PAULO: Tiago Volpi; Tchê Tchê, Bruno Alves, Diego Costa e Reinaldo; Luan, Daniel Alves, Gabriel Sara (Léo, aos 40’/2ºT) e Igor Gomes (Arboleda, aos 44’/2ºT); Luciano (Pablo, aos 25’/2ºT) e Brenner (Vitor Bueno, aos 40’/2ºT). Técnico: Fernando Diniz (Márcio Araújo)
FORTALEZA: Max Walef, Gabriel Dias, Paulão, Roger Carvalho e Bruno Melo; Felipe (Igor Torres, aos 37’/2ºT), Ronald (Yuri César, intervalo) e Juninho; Romarinho (Marlon, aos 22’/2ºT), Tinga (Osvaldo, aos 22’/2ºT) e David (Wellington Paulista, aos 49’/2ºT). Técnico: Rogério Ceni
 
 
BOLA CHEIA
  • TIAGO VOLPI: Monstro, simplesmente monstro! Fez apenas uma defesa difícil no primeiro tempo, mas virou um paredão no segundo tempo e ainda defendeu o pênalti que praticamente definiu a classificação. Volpi tem personalidade, não se abala quando faz lambança (como em uma saída errada do primeiro tempo) e faz direito aquilo a que se propõe: defender. Atuação de encher os olhos!
  • BRENNER: Fez mais dois gols, perdeu vários. Voltou a ter o faro de gol que tinha na Base. O moleque joga com empenho e faz gol. Pablo vai esquentar o banco de reservas por um bom tempo. Valeu, Brenner!
 
 
BOLA MURCHA
  • PROF. PARDAL: A gente imaginava que estando suspenso (foi expulso na partida de ida), o Prof. Pardal ia fazer menos lambança lá dos camarotes. Pensamos errado. Mesmo de longe, ele comandou aquelas substituições “geniais” que são marca registrada de suas invenções debilóides: o SPFC vencia por 2×0 e o “gênio inventor” foi recuando o time. Tirou Luciano, Gabriel Sara e Brenner, os três que estavam melhor em campo, juntamente com Volpi. Mas o pior não foi tirar os três melhores, e sim substituí-los por Pablo, Vitor Bueno e Léo. Não deu outra: o Fortaleza fez dois gols, empatou 2×2 e só não virou porque Volpi estava em dia de “paredão”. O Prof. Pardal não tira de jeito nenhum Daniel Alves, o pior jogador em campo, rei dos passes errados. Tirar Tchê Tchê, então? Jamais!!! É capaz de ele improvisar Tchê Tchê até no lugar de Tiago Volpi só para não deixá-lo de fora. Os números dizem tudo: Tchê Tchê é um primeiro volante que em 5 jogos não desarmou nenhuma jogada adversária (estatísticas do SporTV), mas ele não perde de jeito nenhum a vaga de titular com o Prof. Pardal. Ah, e aquela saída de bola nojenta de toquinhos pro lado continua lá, intocável, pois a arrogância do Prof. Pardal não permite perceber que essa é uma jogada estúpida de um técnico igualmente estúpido. E arrogante.

 

(por Demétrio Valente)