SPFC do esquema ‘limpador de para-brisas’ de Diniz perde pro Vasco

 

FICHA TÉCNICA

VASCO 2 X 1 SÃO PAULO
Data/Hora: 16/08/2020, às 16h (de Brasília)
Local: São Januário, Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (Fifa-GO) Nota L! – 6,5 – Controlou bem o jogo e não interferiu no resultado.
Auxiliares: Fabrício Vilarinho da Silva (Fifa-GO) e Bruno Raphael Pires (Fifa-GO)
VAR: Elmo Alves Resende Cunha (CBF-GO)
Cartões amarelos: Bruno Gomes, Cayo Tenório (VAS); Igor Gomes, Liziero, Pablo, Fernando Diniz, Reinaldo, Arboleda (SAO)
Gols: Germán Cano (16’/2ºT, 1-0 e 29’/2ºT, 2-0) e Reinaldo (51’/2ºT, 2-1)

VASCO: Fernando Miguel, Cayo Tenório (Miranda, 37’/2ºT), Ricardo Graça, Leandro Castan e Henrique; Fellipe Bastos (Neto Borges, 32’/2ºT) e Andrey, Gabriel Pec (Bruno Gomes, intervalo) e Benítez (Guilherme Parede, 37’/2ºT); Talles Magno e Germán Cano. Técnico: Ramon Menezes

SÃO PAULO: Volpi; Juanfran (Igor Vinícius, 34’/2ºT), Arboleda, Bruno Alves e Reinaldo; Tchê Tchê (Gonzalo Carneiro, 33/2ºT), Liziero (Gabriel Sara, 20’/2ºT) e Dani Alves; Igor Gomes (Helinho, 31’/2ºT), Pablo e Paulinho. Técnico: Fernando Diniz

 

BOLA CHEIA

  • TIAGO VOLPI: Foi um dos caras que mais participou do jogo: fez uma defesa monstruosa e ainda atuou como pivô. Deve ter sido o jogador do time do SPFC que mais teve contato com a bola nesta partida, pois Arbolerdo recuou para ele umas 300 bolas do meio-de-campo. Em um time de acomodados atuando sob o Esquema Limpador de Para-Brisas do Prof. Pardal, o goleirão é o único sopro de vida nesse amontoado de zumbis.

 

BOLA MURCHA

  • ESQUEMA LIMPADOR DE PARA-BRISAS DO PROF. PARDAL: Poderíamos falar de mais uma atuação ridícula de Reinaldo, que dá chutão como se estivesse na várzea ― e um desses chutões foi a jogada que originou um gol do Vasco; Ou poderíamos falar de Juanfran, que não consegue ganhar na corrida nem de uma tartaruga idosa em uma cadeira de rodas; Ou de Arbolerdo, que deve ter algum tipo de labirintite que impede que ele dê um passe pra frente; Ou de Tchê Tchê, o rei dos passes certos ― desde que não sejam para uma distância maior do que 1 metro. No entanto, a coisa que mais irrita o torcedor é a maneira acomodada e apática com a qual o time joga, sempre atuando no Esquema Limpador de Para-Brisas: vai de um lado e para o outro tocando pro lado, nunca pra frente. Todo mundo enche de elogios o “sistema” desse treinador, mas na prática tudo que ele conseguiu foi quase rebaixar seus dois últimos clubes (Atlético-PR e Fluminense). Todos os jogadores gostam dele: amigão, adora ouvir os problemas pessoais de cada um. Mas e dentro de campo? E os resultados? Nada, nenhum. Nós estamos pouco nos lixando em saber se o Jogador A tem problemas pessoais que limitam seu rendimento em campo. Tá mal? Tira e põe na reserva. O Jogador A não quer saber se o clube tem problema para pagar seu salário de R$ 150 mil mensais, ele quer receber e pronto. Do mesmo modo, não queremos saber se esse Jogador A tem algum problema pessoal: nós não aguentamos mais passar vergonha e pronto! Chega de time jogando como um limpador de para-brisas, pelo amor de Deus!!!